domingo, 29 de abril de 2012

A Força do Hábito! Parte I


Olá, tudo bem com você?


Depois de mais de um mês introduzindo o conceito sobre os MEDOS BÁSICOS existentes em nós seres humanos, começa hoje uma lição extremamente importante para que você consiga realizar os seus propósitos na vida, desde os mais simples quanto aos mais complexos. Peço que você esteja de espírito aberto para a presente lição, pois a compreensão e implementação da mesma, com certeza fará uma diferença fundamental na sua vida. Falaremos sobre A FORÇA DO HÁBITO!

Quantas vezes você se propôs a fazer alguma coisa e no meio do caminho desistiu? Ou mesmo se quer tentou começar? Provavelmente muitas, não é? Falo desde um curso de final de semana, um regime ou mesmo a leitura de um livro; pare e pense, porque você não seguiu em frente? Você pode falar que surgiu um imprevisto ou que estava ocupado com alguma outra coisa, mas na verdade sabe o que faltou a você? Criar o hábito de fazer!

O hábito se origina do ambiente que nos cerca, do fato de fazer a mesma coisa da mesma maneira, repetidas vezes, ou de formar o mesmo pensamento incessantemente. Uma vez formado o hábito, ele se assemelha ao bloco de cimento que endureceu no molde: é difícil de quebrar!
Uma vez formado um hábito (pela repetição do pensamento ou da ação), a mente se acostuma a ele e segue-o como uma agulha de uma vitrola segue as estrias de um disco, seja qual for a natureza do hábito.

Um hábito é um caminho mental seguido durante algum tempo por nossas ações e, à passagem de cada uma delas, se torna um pouco mais profundo e mais largo. 
Reflita: Se tivermos que seguir por um campo ou de atravessar uma floresta, escolheremos de preferência um caminho mais aberto, em vez de um menos palmilhado, não é verdade?


A lei da natureza também entra em ação, perceba que quando dobramos um papel de certo modo ele tende a dobrar-se da mesma maneira uma segunda vez, assim como roupas também. Maquinas que dão problemas e são concertadas, tem a maior probabilidade de apresentar o mesmo defeito no mesmo local. Estes foram apenas alguns exemplos para ajudar você a ver algo que está no seu dia a dia, mas que não conseguia notar antes, afinal o óbvio por ser óbvio não é percebido. Pois bem...

Posso afirmar sem nenhuma dúvida que o melhor, ou melhor o ÚNICO jeito para  a destruição de velhos hábitos prejudiciais é formar outros que os substituam. Abramos novos caminhos mentais e veremos como os antigos vão se tornando mais fracos até desaparecerem com o tempo, para isto acrescenta-se uma “pitada” de FORÇA DE VONTADE!
A medida que formos  seguindo por este caminho novo, ele se tornará mais aberto e mais fácil de ser transitado. Esse “desbravamento” de caminhos mentais é de grande importância. É preciso, praticar, praticar, praticar... continuamente! Ser um paciente “desbravador de caminhos”! Sempre!


Na próxima semana, continuaremos esta lição, apresentando as regras para formar os hábitos que você deseja na sua vida, certo? Então te vejo lá!
Obrigado pela sua visita e aproveite para ler os posts já publicados, pois o objetivo deles é que você se auto-conheça e cresça como ser humano, e como conseqüência seja próspero e feliz em todas as áreas da sua vida!

Sucesso!

Kleber Martins

“Quanto mais você pratica, melhor você fica!”

domingo, 22 de abril de 2012

Série Medos Básicos: 6° - Medo da Morte


Olá, tudo bem?


Novamente agradeço a sua visita para esta, que é a ultima lição dentre a série sobre MEDOS BÁSICOS que teve por objetivo mostrar pontos que nos travam para os nossos intentos, que não permitem que sejamos notados, que fazem a nossa participação no palco da vida se resignar somente atrás das cortinas, fazendo assim com que a nossa existência, a nossa passagem por esta terra seja nula, não seja contributiva, não seja importante, seja dispensável.

Espero profundamente que a introdução e as 6 lições sobre os fantasmas dos MEDOS BÁSICOS postados aqui no blog, possam te ajudar a refletir e mudar alguns aspectos da sua vida e contribuindo assim para o seu crescimento como ser humano, refletindo todo esse crescimento na vida do seu próximo e de toda a sociedade ao seu entorno como um todo. Lembre-se que para que aja mudança algo precisa se transformar e o propósito aqui é transformar você!

O MEDO DA MORTE finaliza esta série, e para algumas pessoas este medo é o mais cruel de todos os MEDOS BÁSICOS postados aqui no blog, por uma razão obvia. A terrível sensação de medo associada à idéia de morte, na maior parte dos casos, pode ser atribuída diretamente ao fanatismo religioso. Há centenas de anos o homem procura as repostas para estas perguntas: “De onde venho? Para onde vou?”

E para responder essas perguntas, desde tempos remotos, indivíduos espertos e astuciosos respondiam rapidamente a essas perguntas, mas cobravam um preço para isto. Veja agora a principal razão para o medo da morte:
“Entre em minha tenda, abrace a minha fé, aceite meus dogmas, e garantirei a sua entrada imediata no céu após a morte. Se ficar fora da tenda, será levado pelo demônio e arderá no fogo do inferno por toda eternidade”, diz o líder de uma seita por aí.

Ora a eternidade é muito tempo, você não acha? O fogo é terrível. A idéia de castigo eterno não somente faz o ser humano temer a morte, mas também perder a razão e o interesse pela vida, além de tornar a felicidade impossível.
Na verdade, ninguém sabe nem nunca soube nada a respeito sobre céu e inferno. Essa falta de conhecimento abre as portas da mente humana ao charlatanismo, que a controla com astúcia, artifícios e mentiras piedosas.

As clinicas para doentes mentais estão cheias de pessoas que enlouqueceram pelo MEDO DA MORTE.
Esse medo de nada adianta, já parou para pensar? A morte virá, seja qual for a nossa opinião dela. Aceite-a como uma necessidade e não pense mais no assunto. Se a morte não fosse necessária, não aconteceria. E talvez não seja tão ruim assim como dizem.

O mundo todo é feito apenas de energia e matéria. Nas aulas de Física, aprendemos que matéria e energia (as duas únicas realidades conhecidas do ser humano) não podem ser criadas nem destruídas – mas podem ser transformadas.
Vida é energia. Se é impossível destruir energia e matéria, também é impossível destruir a vida. Pode haver processos de transição ou mudança, mas não a destruição da vida. Então a morte é um simples processo de transição.

Sintomas do MEDO DA MORTE:

AUTO-SUGESTÃO – Hábito de pensar na morte em vez de aproveitar a vida ao máximo – geralmente por falta de objetivo ou falta de ocupação produtiva.

DECEPÇÃO AMOROSA – Esse é um dos sintomas mais comuns, onde a pessoa destrói toda a sua capacidade de criação e força de vontade, abrindo caminhos vastos para a entrada da depressão e consequentemente afundando nos caminhos negros do pensamento e da imaginação, trazendo o medo da morte à tona.

FANATISMO RELIGIOSO – Esse sem dúvidas é o maior vilão em relação ao medo da morte; as pessoas ficam totalmente envoltas pelo medo e pelo mistério que envolve todo o processo, e indivíduos astuciosos utilizam dessa “predisposição” do ser humano para implantar a sua crença, vale ressaltar que muitos indivíduos agem de forma inconsciente transmitindo esse medo, refletindo apenas resquícios de sua herança familiar e social a qual foi submetido há anos e fazendo com que a crença se enraize profundamente no seu espírito. Ambos os casos, a pessoa que não tem conhecimento de si mesma está mais sujeita a acatar todos os estímulos exteriores, ficando assim “refém” desse terrível medo.


Para finalizar... O REMÉDIO!

O remédio mais eficaz contra o medo da morte é um DESEJO ARDENTE DE REALIZAÇÃO, fundamentado na prestação de um serviço útil aos outros. Pessoas ocupadas raramente têm tempo para pensar na morte; para elas a vida é interessante demais. Pegou o conceito?

Chega ao fim agora a série sobre os MEDOS BÁSICOS, se você chegou agora, peço que veja os posts anteriores, desde a introdução. Procurei deixar de uma forma didática e resumida assim como todos os posts desse blog. Faço uma ressalva que todos os conhecimentos aqui passados foram adquiridos após o estudo profundo da obra de Napoleon Hill intitulado Think and Grow Rich. Na próxima semana daremos continuidade aos nossos posts, mais uma vez obrigado pela sua visita e até a próxima!

Sucesso.

Kleber Martins.

"Veja que a qualquer momento que você se sentir triste ou derrotado, é só porque você insiste em se agarrar ao que não funciona. Atreva-se a abandonar isso e você não perderá nada, exceto uma ideia punitiva." - Guy Finley


domingo, 15 de abril de 2012

Série Medos Básicos: 5° - Medo da Velhice


Olá, tudo bem com você?


MEDO DA VELHICE... sim este é um assunto que assalta a mente de muitas pessoas, principalmente aquelas entre os 40 anos de vida. Os jovens, em raras exceções, pensam muito pouco a respeito deste medo, por motivo óbvio.

O medo da velhice tem duas origens principais: a primeira é o medo de que a velhice traga a pobreza – de que os bens materiais sejam tomados por alguém; a segunda e mais forte, são os falsos e cruéis ensinamentos transmitidos de geração em geração, bem como truques bem conhecidos para manter o ser humano dominado pelo medo. 


Muitas seitas e grupos duvidosos utilizam com maestria esse medo para conquistar seus objetivos internos. A possibilidade de doenças – que aumenta com o passar dos anos – e de diminuição da atração sexual também contribui para o MEDO DA VELHICE.


Os sintomas do MEDO DA VELHICE são:


DIMINUIÇÃO DE RITMO: Tendência a diminuir o ritmo de atividade e desenvolver complexo de inferioridade, por volta dos 40 anos de idade. (Na verdade, os anos mais produtivos da vida de um indivíduo, tanto mental quanto espiritualmente, são aqueles entre os 40 e 60 anos de idade.)

PAPEL DE VÍTIMA: Hábito de sentir inferiorizado pela idade ao invés de demonstrar gratidão por haver alcançado a idade da sabedoria e compreensão.

AUTO-REPREENSÃO: Costume de reprimir a iniciativa, a imaginação e a autoconfiança, acreditando falsamente haver passado da idade de exercitar essas qualidades.

A série sobre os medos básicos chegou ao seu penúltimo capitulo hoje, trazendo algumas informações sobre o MEDO DA VELHICE, não sei qual é a sua idade agora, mas encare a velhice como uma nova fase em que você poderá usufruir da sua experiência e fazer muitas coisas que seria impossível fazer, quando na imaturidade da juventude. 

Essa é uma fase em que muitos gostariam de chegar e não conseguiram pelo fato da visita inesperada do trem da morte. Então sinta-se honrado e feliz por ter a oportunidade de viver mais esta etapa da sua vida, lembre-se de sempre ensinar os mais novos, de sempre mostrar o exemplo, de usar a sabedoria e a prudência ao invés da ignorância e brutalidade.

Na próxima semana encerraremos a série falando sobre o MEDO DA MORTE, até lá!

Sucesso.

Kleber Martins

“Aqueles que passam por esta vida sem atos dignos de memória, não são tão diferentes daqueles que nunca nasceram.”   


domingo, 8 de abril de 2012

Série Medos Básicos: 4° - Medo de Perder o Amor de Alguém


Olá, tudo bem?


O tema de hoje constitui um dos maiores entraves do ser humano, pois o MEDO DE PERDER O AMOR DE ALGUÉM é uma sombra temível, que muitas vezes leva a pessoa a depressão, delírios, paranóia e todos os tipos de males possíveis e imagináveis no contexto da psique. E tais males, em estágios críticos, nos fazem sucumbir em vez de prosperar, nos fazem ver a vida de uma forma triste e penosa; e como conseqüência transforma-se no veneno que destrói a ambição e a força de vontade, combustíveis estes, essenciais para o nosso desenvolvimento pessoal.


O ciúme e outras formas semelhantes de demência precoce nasceram do medo que o homem tem de perder o amor de alguém. Dos seis medos básicos que são os objetos do nosso estudo durante essa série aqui no blog, este medo é o mais doloroso e talvez o que mais provoque estragos no corpo e na mente, levando muitas vezes à insanidade mental absoluta e permanente.


Provavelmente o MEDO DE PERDER O AMOR DE ALGUÉM existe desde a idade da pedra, quando o homem conquistava as mulheres pela força bruta. 
Hoje mudaram somente as técnicas, em vez de força bruta, utiliza-se a força econômica! 

Os homens com relação as mulheres, usam de persuasão, promessa de jóias, carros e outras iscas muito mais eficazes que a força física, se analisarmos os hábitos dos homens modernos, esses são os mesmos do inicio da civilização, apenas expressado de maneira diferente.


Os pilares que fundamentam a estrutura dos relacionamentos são: CONFIANÇA, AMOR, HARMONIA, AMIZADE, CUMPLICIDADE, DESEJO SEXUAL e ESPÍRITO DE ENTREGA. Todos os demais enfoques agregam-se a um desses pilares. 
Quando o casal apresenta em igualdade e teor os pilares citados acima, o fantasma de perder o amor de alguém é posto no calabouço da existência. Dessa forma a felicidade, a prosperidade, o crescimento e o desenvolvimento pessoal são maximizados de forma descomunal, pois a junção de duas mentes com a harmonia de propósitos, transforma qualquer desejo (dentro dos limites da razão) em realidade, pois entra aí a força da SINERGIA. (Sinergia é quando o todo é maior que a soma das partes).

Os sintomas do MEDO DE PERDER O AMOR DE ALGUÉM são:

CIÚME: Hábito de desconfiar de amigos ou da pessoa amada, sem motivos razoáveis. O ciúme é uma forma de demência precoce que, as vezes, expressa-se com violência, sem qualquer causa. A pessoa ciumenta costuma acusar o marido ou a mulher de infidelidade, embora sem fundamento algum, e não confia em ninguém.

REPREENSÃO: Conhecido pelo hábito de repreender amigos, parentes, colegas de trabalho, etc, por motivos insignificantes ou sem qualquer razão, é a famosa explosão momentânea de estresse com qualquer pessoa, fundamentada por devaneios psíquicos em relação a fantasias negativas sobre a pessoa amada.

JOGO: Habito de jogar, roubar, enganar e correr riscos desnecessários com o objetivo de ganhar dinheiro e oferecer bens materiais a pessoa amada, acreditando poder comprar o amor. Costume de gastar mais do que ganha, para impressionar. Sintomas de nervosismo, descontrole emocional, insegurança, instabilidade de humor, falta de persistência e força de vontade.

Esse foi o 4º medo abordado, um dos mais terríveis como você pôde perceber; não se engane com esse inimigo comum entre nós, muitas pessoas se acostumam tanto com ele, que acham que é normal tê-lo em suas vidas, mas lembre-se que ele é a “DINAMITE” que destrói os pilares do castelo da felicidade e das realizações humanas, para combater esse inimigo, somente através de um trabalho árduo de autocontrole e disciplina.

Na próxima semana abordaremos o MEDO DA VELHICE, te vejo lá!

Grande abraço e sucesso!

Kleber Martins


“Preocupar-se é usar sua imaginação para criar algo que você não deseja.”— Abraham-Hicks


domingo, 1 de abril de 2012

Série Medos Básicos: 3° - Medo de Doenças


Olá, tudo bem?


Mais um encontro rumo ao seu auto-desenvolvimento! Como já marcado antes, hoje o tema é o Medo de Doenças! Esse inimigo é muito comum no cotidiano de pessoas ao redor do mundo e destrói sistematicamente a vida das mesmas, pois ele trabalha com a ferramenta da AUTO-SUGESTÃO, onde também já foi postado dois posts tratando sobre o assunto, recomendo a leitura.

O Medo de Doenças tem origem em nossa herança física e social, assim como os medos da velhice e da morte, pois nos leva a fronteira de "mundos terríveis" e desconhecidos, sobre os quais ouvimos histórias preocupantes. Existem fortes indícios de que a doença às vezes começa sob a forma de um impulso de pensamento negativo, que pode passar de uma mente para outra, por sugestão, ou ser criado pelo próprio indivíduo.


O médico aconselha o paciente a "mudar de ares" para curar-se quando há necessidade de que este adote uma nova atitude mental. A semente do medo da doença vive em toda a mente humana. Preocupações, medo, desânimo, decepções amorosas e problemas profissionais fazem a semente germinar.

Os principais sintomas do Medo de Doenças são:

AUTO-SUGESTÃO: Habito de usar negativamente a auto-sugestão, procurando e esperando encontrar sintomas de todo o tipo de doença. Prazer em doenças imaginárias, falando delas como se fossem reais. Hábito de conversar sobre acidentes e outras formas de doenças.


HIPOCONDRIA: A hipocondria é o termo médico para doenças imaginárias, ela consiste no hábito de pensar e falar de doenças, esperando descobri-las, até provocar uma crise nervosa. Ela é provocada pelo pensamento negativo e só pode ser curada pelo pensamento positivo.

SUSCETIBILIDADE: O medo de adoecer diminui a resistência física, criando uma condição favorável a toda forma de doença. Geralmente o Medo de Doenças vem associado ao Medo da Pobreza, em especial no caso dos hipocondríacos, que se preocupam com a conta no hospital e o preço dos remédios. Esse tipo de pessoa procura estar preparada para a doença, fala sobre a morte, compra sepultura e economiza para as despesas com o enterro.

PAPEL DE VÍTIMA: Hábito de usar doenças imaginárias para conquistar simpatia. Esse tipo de simulação de doença serve para encobrir a preguiça e a falta de ambição na vida.

Esses são alguns dos sintomas do Medo de Doenças e assim como todos os medos básicos funcionam como se fossem um "freio de mão", pois paralisam a nossa vida, não nos deixa progredir e tem o único papel de nos deixar estacionados vendo a vida passar sem que tomemos atitudes de crescimento e como consequência dessa atitude, acabamos por ter uma vida, vazia, fútil e inútil. Caso você apresente um desses males, peço que faça a sua auto-análise e substitua tais comportamentos por outros positivos, começando pela sua atitude mental.

Na próxima semana, o tema é o Medo de Perder o Amor de Alguém... te vejo lá!


Sucesso,


Kleber Martins

"Vencedores são pessoas que estão dispostas a fazer coisas que as outras não querem." 

domingo, 25 de março de 2012

Série Medos Básicos: 2° - Medo das Críticas


Olá, tudo bem com você?


Continuando a série sobre os medos básicos existentes em nós seres humanos, hoje abordaremos o 2° dentre os 6 já mencionados na introdução desta série.
Este é um estudo muito importante e peço encarecidamente que você leia atentamente e faça os apontamentos necessários, lembre-se que o propósito aqui é que você cresça como ser humano e reflita tal crescimento em todos os aspectos da sua vida, tanto pessoal como profissional, certo? Vamos lá então...


O Medo das Críticas é muito comum, na verdade, todos carregamos dentro de nós mesmos; alguns demonstram mais e outros menos. Esse medo apresenta os mesmos efeitos prejudiciais para a realização pessoal quanto o medo da pobreza – já discutido no post anterior – principalmente porque destrói a iniciativa e inibe o exercício da imaginação.

As idéias, em sua maioria, nascem fadadas ao fracasso e precisam do sopro da vida que vem dos planos definidos e da ação planejada. O momento de alimentar uma idéia é logo que ela nasce; a cada minuto aumentam as suas chances de sobrevivência. O medo das criticas está por trás da destruição da maior parte das idéias que nunca chegaram ao estágio de planejamento e ação. 
Os principais sintomas do medo das críticas são:

CONSTRANGIMENTO: Normalmente apresenta-se sobre a capa de nervosismo, timidez em conversas e encontros com estranhos, dificuldade em fixar o olhar e movimentos descontrolados com as mãos, braços e pernas.

DESEQUILIBRIO: Se expressa pela instabilidade na voz, nervosismo na presença de outras pessoas, falhas de memória e má postura corporal.

FRAQUEZA DE PERSONALIDADE: Falta de firmeza nas decisões, de encanto pessoal e de capacidade de expressar opiniões com segurança. Apresenta também o hábito de fugir dos problemas em vez de enfrentá-los e a concordância com opiniões alheias sem uma acurada análise dos pontos discutidos.

COMPLEXO DE INFERIORIDADE: O individuo expressa por palavras e atos o quanto se acha superior, como meio de esconder um sentimento de inferioridade. Usa palavras “difíceis” para impressionar – muitas vezes sem conhecer o seu significado. Gaba-se de realizações imaginárias, o que lhe dá um ar de falsa superioridade.

EXTRAVAGÂNCIA: Conhecido pelo hábito de ostentação, gastando mais do que ganha, somente para criar o “status” imaginário e transmiti-lo a sociedade, geralmente a pessoa com tal sintoma – se muito profundo – é capaz de desenvolver estados de paranóia.

FALTA DE INICIATIVA: Se expressa pela dificuldade em aproveitar oportunidades que poderiam contribuir para o crescimento pessoal, pelo medo de expressar opiniões, pela falta de confiança nas próprias idéias bem como pela falsidade em palavras e atitudes.

FALTA DE AMBIÇÂO: Essa é conhecida pela apatia física e mental, hábito de elogiar pela frente e criticar pelas costas, aceitação passiva das derrotas, abandono de tarefas ao menor sinal de oposição, suspeitas infundadas, falta de responsabilidade pelos próprios erros e falta de confiança em si mesmo.


Bom, esses foram alguns dos sintomas do medo das críticas, não fique desolado se você se identificou com algum, como disse no começo, todos temos a herança desses medos básicos, o que você tem que fazer é ter a humildade de reconhecer os pontos que pertencem ao seu ser, através de uma auto-analise. O propósito aqui é fazer florescer e consequentemente fazer você enxergar pontos que até então estavam obscuros e que travavam a sua vida sem você saber, estamos colocando o inimigo a mostra e espero que você tenha a coragem de enfrentá-lo pois isso significa a diferença entre triunfar e fracassar, e aí qual é a sua escolha? Pense nisso.


Semana que vem abordaremos o Medo das Doenças... te vejo lá!

Sucesso.


Kleber Martins

“Ninguém pode fazê-lo inferior sem a sua permissão.” – Eleonor Rosevelt

 



domingo, 18 de março de 2012

Série Medos Básicos: 1° - Medo da Pobreza


Olá tudo bem,


Obrigado pela sua visita! Como mencionado na semana passada, hoje abordaremos sobre o Medo da Pobreza, o mais terrível dos seis medos básicos, existentes nos seres humanos.

O medo da pobreza é, sem dúvida, o mais destrutivo dos seis medos básicos. Foi colocado no topo da lista porque é o mais difícil de dominar. O Medo da Pobreza se originou da tendência hereditária que tem o ser humano de tentar superar o outro economicamente. Os animais, com raciocínio limitado tentam superar o outro através do instinto aliado à força física. O homem com seu superior senso de intuição, sua capacidade de raciocinar, não devora o outro literalmente; tem mais satisfação em devorá-lo financeiramente. O homem é tão avarento que cada lei foi criada para protegê-lo do seu semelhante.

A época em que vivemos hoje é a que mais o homem valoriza o dinheiro, aquele que não possui uma gorda conta bancária vale menos que a poeira do chão; mas se tem dinheiro – seja lá como for que tenha conseguido – é um rei, está acima da lei, comanda a política, domina os negócios e todos se curvam a sua passagem.
Infelizmente hoje a maioria dos casamentos se baseia na riqueza, seja do marido ou da esposa ou de ambos. Não é de se espantar que haja tantos processos de divórcio.

O medo se instala tão sutil e profundamente que o individuo pode carregá-lo a vida toda sem se dar conta. Somente uma análise corajosa é capaz de revelar a presença desse inimigo de todos. Quando você leitor começar a se analisar, procure respostas sinceras dentro de você. Faça isto! Segue agora a lista de alguns sintomas que você deve procurar dentro de si:

INDIFERENÇA: Conhecida pela falta de ambição; pela tolerância a pobreza; pela aceitação passiva do que a vida oferece; pela preguiça física e mental; pela falta de iniciativa, de imaginação, de entusiasmo e de autocontrole.

INDECISÃO: Habito de ficar “em cima do muro” e deixar as decisões nas mãos dos outros.

DÚVIDA: Geralmente expressada através de desculpas e álibis que tentam disfarçar, explicar ou justificar as próprias falhas e por críticas ao sucesso alheio, motivadas pela inveja.

ANSIEDADE: Se expressa geralmente pelo hábito da pessoa de encontrar defeitos nos outros, pela tendência a gastar mais do que ganha, pelo desleixo com a própria aparência e pela cara fechada, carrancuda; pelo abuso de álcool e drogas; por nervosismo, desequilíbrio, insegurança e constrangimento.

EXCESSO DE PRECAUÇÃO: Conhecido pelo hábito de sempre ver tudo pelo lado negativo, pensando e falando sobre possíveis falhas, em vez de se concentrar nos meios de se alcançar o sucesso; a pessoa conhece os motivos do fracasso, mas nada faz para superá-los; espera pela “hora certa” de colocar os planos em ação, e a espera se torna um hábito maligno que vai destruindo a pessoa pouco a pouco, fazendo-a cega a respeito da situação como um todo.

HABITO DE DEIXAR TUDO PARA DEPOIS: O terrível hábito da procrastinação, de deixar para amanhã o que deveria ter sido feito no ano passado. A fuga perante as responsabilidades e perda de tempo na criação de desculpas para o não cumprimento das tarefas. Esse sintoma está intimamente ligado ao excesso de precaução, à ansiedade e à dúvida. Falta-lhe autoconfiança, firmeza de propósito, autocontrole, iniciativa, entusiasmo, ambição, bom senso e capacidade de raciocínio, normalmente o indivíduo com tais características se une a outros indivíduos com atitudes semelhantes.

O mapa foi dado, agora é contigo! Faça a sua auto-análise e tenha a humildade de reconhecer os pontos aos quais tem relevância com você, uma vez identificados tais pontos, procure criar novos hábitos positivos que substituam os hábitos negativos, fazendo com que você se torne uma pessoa mais integrada e mais autoconfiante em busca de seus objetivos nesta vida. Aproveito para reafirmar que o conteúdo aqui apresentado tem como base a obra de Napoleon Hill e seu livro “Think and Grow Rich”.

Na próxima semana abordaremos o Medo das Críticas, te vejo lá!

Sucesso,

Kleber Martins

“Você nunca muda as coisas lutando contra a realidade existente. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que faça com que o modelo atual se torne obsoleto.”— R. Buckminster Fuller



domingo, 11 de março de 2012

Série Medos Básicos: Introdução


Olá, tudo bem?

Seja bem vindo a uma série que começa hoje a respeito dos medos básicos existentes em cada um de nós. Cada semana será postado sobre um desses inimigos, que travam a vida de muitas pessoas e as colocam no calabouço da existência pelo resto de seus dias, fazendo com que passem por essa vida sem serem notadas, sem permitir que façam a diferença nem para si e nem para outras pessoas.

Leia com calma, reflita, identifique e renove-se para uma nova vida de realizações e conquistas!

Nas nossas vidas existem três inimigos que devem ser afastados, são eles: INDECISÃO, DÚVIDA e MEDO.

O sexto sentido não funcionará se a mente estiver tomada por um ou mais desses três inimigos. Os componentes do trio maldoso são muito unidos, onde um vai, os outros também vão.


A INDECISÂO é o projeto do MEDO! Ela se materializa em DÚVIDA; as duas se combinam e formam o medo. O processo de combinação geralmente é muito lento, por isso esses inimigos são tão perigosos: germinam e crescem sem serem notados.
A série sobre medos básicos que inicia hoje, analisa uma condição que já reduziu muita gente à pobreza e faz uma afirmativa que deve ser entendida por todos que acumulam riquezas, seja em termos de dinheiro ou de um estado de espírito muito mais valioso.

O objetivo desta série é chamar a atenção para a causa e a cura desses medos básicos. Como você sabe, para enfrentarmos um inimigo, devemos saber o seu nome, conhecer os seus hábitos e o lugar onde vive.

MEDOS BÁSICOS

Em algum momento da vida, todo ser humano é atacado pelos medos básicos que são seis:

- Medo da Pobreza
- Medo das Críticas
- Medo das Doenças
- Medo de Perder o Amor de Alguém
- Medo da Velhice
- Medo da Morte

Todos os outros medos são de menor importância e podem ser incluídos em algum desses seis.

Esses medos aparecem como se obedecessem a ciclos, como se fosse uma maldição lançada sobre o mundo. Em tempos de crise econômica, prevalece o MEDO DA POBREZA, em tempos de guerra, o MEDO DA MORTE e depois da guerra o MEDO DA DOENÇA.

Medos não passam de estados de espírito, sujeitos a controle e orientação. Os médicos, como se sabe, ficam doentes com menos freqüência do que qualquer outro tipo de profissional – por um motivo muito simples: não tem medo das doenças. Por força da profissão, eles não hesitam em aproximar-se diariamente de pacientes com doenças contagiosas, mas nem por isso se contagiam. Sua imunidade se deve em grande parte, se não unicamente à absoluta falta de medo.

Tudo que o ser humano cria, começa com um impulso de pensamento - tratamos deste assunto nos primeiros posts do blog – a partir dessa afirmativa, vem outra, ainda mais importante: os impulsos de pensamento começam imediatamente a transformar-se em seu equivalente material, sejam tais pensamentos voluntários ou não. Impulsos de pensamento captados ao acaso (liberado por outras mentes) têm tanta força para determinar o destino financeiro, social, e profissional de um individuo quanto aqueles criados por ele mesmo.

Daí a importância de se aliar a pessoas otimistas, porque se deixarmos um pessimista com uma dúzia de homens competentes, logo destruirá o trabalho dos mesmos com a idéia fixa de pobreza e de fracasso.

Na próxima semana, iniciaremos abordando sobre o medo da pobreza, te vejo lá!


Sucesso,


Kleber Martins


“O sucesso é a soma de todos os pequenos esforços sendo repetidos dia após dia" - Robert Collier


domingo, 4 de março de 2012

Economizando... crescendo e prosperando!


Olá tudo bem com você?


Obrigado pela sua visita, espero que o assunto de hoje possa abrir sua mente para novas idéias e diferentes conceitos que o conduzirão para a independência financeira. Vamos lá!

Antes de tudo, saiba de uma coisa muito importante: Se fixarmos na mente a idéia de que a nossa capacidade de ganhar dinheiro se limita a uma certa quantia, nunca chegaremos a ganhar mais do que o estabelecido, sim isso mesmo, nunca! Nesse ponto, teremos aceitado a limitação mental e muito em breve, nos sentiremos mergulhados no medo da pobreza e as oportunidades não mais baterão as nossas portas; nossa sentença foi lavrada, nossa sorte decidida.

Outra coisa muito importante que muitos sabem, entretanto não praticam, talvez por conforto ou estagnação mental é o habito de economizar. Quando os ganhos aumentarem as economias também devem! O que acontece hoje é justamente o contrário, o individuo é promovido ou tem sucesso no seu negócio e a primeira coisa que faz é comprar um carro novo, uma casa maior, etc e etc...

Consequentemente fazendo isso é como se colocasse uma forca no pescoço e ficasse em cima de uma cadeira balançando...uma hora você sabe o que vai acontecer, não é?

Geralmente quando se opta por aumentar o padrão de vida no instante em que entra mais dinheiro, não dando a importância para o hábito da economia, o individuo fica refém do trabalho, do cliente... e por conseguinte torna-se escravo de si mesmo, pois tem de manter o seu "status" que construiu perante a sociedade... 
Aí o fantasma do medo da pobreza ataca com as seguintes sugestões negativas: Você não pode quebrar! O que a sua família vai dizer? O que seus amigos irão falar? Você será um fracassado! Você deve fazer de tudo para manter esse cliente, se não... - ou - se você perder esse emprego, você está perdido!

Essas são algumas das articulações mentais que o medo da pobreza faz, tornando você um escravo das situações, eliminando a sua criatividade, capacidade de inovar e consequentemente a sua capacidade de gerar mais dinheiro e ser independente financeiramente.

Em resumo: Quando você ganhar mais dinheiro as suas economias deverão aumentar na mesma proporção. O seu padrão de vida irá aumentar sim, mas somente quando as suas receitas forem maior que as suas despesas, nunca deixando o contrário acontecer! Nunca! Jamais! Não caia na utopia de ser alguém que você não é! Tenha paciência e construa o seu castelo aos poucos, tijolo por tijolo... não faça um castelo de areia em que uma simples tormenta, tudo vem abaixo...

Lembre-se que você tem que: SER, depois FAZER e posteriormente TER o que deseja.

O propósito deste blog é justamente atuar como alicerce atuando no SER, pois com o conhecimento adquirido e a sua capacidade de FAZER as coisas acontecerem, vai fazer você TER muitos dos seus desejos concretizados.

O conceito foi passado à você, o que você vai fazer agora, eu não sei. Tudo depende da sua força de vontade em querer mudar de vida e dar um significado existência, tanto para você quanto para as pessoas ao seu redor. Sugiro que você leia os seguintes posts que contribuirão com este que acabou de ler, são eles: Pague a si mesmo primeiro! e A Verdadeira Prosperidade: Saúde, Riqueza e Amizades ok?


Sucesso e felicidades,


Kleber Martins


“A mente é o limite. Enquanto a sua mente consegue visualizar que você consegue fazer algo, você vai conseguir, com tanto que acredite 100% nisso.” – Arnold Schwarzenegger

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Vamos empurrar a vaquinha?


Olá, tudo bem com você?

Calma, calma... 

Imagino que você tenha achado estranho o título do post de hoje, não é mesmo? Hoje a lição postada é uma metáfora muito interessante que aprendi há muito tempo atrás e que repasso a você com a maior felicidade. Leia, compreenda e implemente! Vamos lá!!

A Vaquinha

Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita... 


Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.


Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: 

"Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?" 

E o senhor calmamente respondeu: 

"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros alimentos e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo."


O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: 

"Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali à frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo." 

O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.



Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar àquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los... 

E assim o fez.

Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e, chegando lá, foi logo recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos.




O caseiro respondeu: 

"Continuam morando aqui." 

Espantado, o discípulo entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): 

"Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?" 

E o senhor, entusiasmado, respondeu: 

"Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que podíamos, assim alcançamos o sucesso que os seus olhos vislumbram agora.”



E você quantas vaquinhas possui? Será que elas estão sendo o "freio de mão" da sua vida? Você está se contentando com pouco? Onde está a sua vontade de crescer? 

Responder e implementar o que você aprendeu agora, requer CORAGEM! Preste bem atenção que não disse INCONSEQUÊNCIA e sim CORAGEM!



Sucesso.



Kleber Martins



"CORAGEM não é ausência de medo, CORAGEM é a capacidade de enfrentar os seus medos!" - Ralph Aldo Emerson